Muitos remédios todo dia
Vieram de médicos diferentes, e ninguém olhou a lista inteira junta. Se você é filho ou cuidador, é essa lista que precisa de revisão.

Consulta com geriatra a preço popular. O idoso que toma remédio demais, que anda caindo ou que anda esquecendo. O geriatra olha o conjunto, não um sintoma de cada vez.
Respondemos no horário da clínica, de segunda a sexta, das 7h às 18h.
Exame de sangue e ultrassom na clínica
Preço popular, sem precisar de plano

Depois dos 60, cada médico cuida de um pedaço e ninguém olha o conjunto, são cinco receitas, oito remédios e sintomas que ninguém liga a nada. O geriatra é quem olha a pessoa inteira, e é isso que muda o resultado.
Cada especialista receitou o seu, e agora são sete, oito caixas por dia, que interagem entre si. O geriatra revisa tudo junto, o que ainda faz sentido, o que virou risco, o que está causando a tontura e a queda que ninguém explicou.
A queda não é acidente nem falta de cuidado, ela tem causa, e a causa costuma ser tratável (remédio que derruba a pressão, força que se perdeu, visão, labirinto). Depois da primeira queda, o risco da próxima sobe, e é esse risco que o geriatra avalia e reduz.
Repetir a mesma pergunta, se perder no caminho de casa, esquecer o fogão ligado. O geriatra testa a memória dentro da avaliação global, porque no idoso o esquecimento costuma ter causa tratável, como remédio, vitamina baixa, tireoide, depressão e até infecção urinária.
Perder peso sem querer, cansar no que antes era fácil, andar mais devagar e perder força na mão. Isso tem nome, chama fragilidade, e não é o destino de quem envelhece, é um quadro que se avalia e se trata.
No idoso a meta muda. Pressão baixa demais derruba, açúcar controlado com rigidez excessiva provoca hipoglicemia e queda. O geriatra ajusta o alvo do tratamento à pessoa que está na frente dele, e não à tabela.
A depressão no idoso quase nunca chega chorando, ela chega como dor pelo corpo, insônia e desinteresse por tudo o que ele gostava. Por isso passa despercebida em casa, e por isso responde tão bem quando alguém finalmente a reconhece.
Perder urina, parar de sair de casa por medo do escape, deixar de comer o que gosta. São coisas que o idoso não conta por vergonha, e que o geriatra pergunta, porque cada uma delas tem tratamento.
Vieram de médicos diferentes, e ninguém olhou a lista inteira junta. Se você é filho ou cuidador, é essa lista que precisa de revisão.
Ele já se apoia no móvel para atravessar a sala, e a família tirou o tapete e mudou a rotina da casa para tentar dar conta sozinha.
Repetir a mesma pergunta, se perder num caminho conhecido, esquecer o fogão ligado. Quem repara primeiro é quem convive.
A roupa ficou larga e ninguém sabe dizer por quê. Perder peso sem querer, depois dos 60, sempre pede avaliação.
Parou de fazer o que gostava e passa o dia sentado. Isso não é da idade, é sinal que merece consulta.
A vista escurece ao ficar de pé, e você precisa esperar para andar. Muitas vezes é o remédio da pressão, e se ajusta.
Dorme de dia, fica agitado à noite, e a casa inteira perde o sono junto. O sono desregulado do idoso se avalia e se trata.

Você conta o que sente, e o geriatra revisa a lista completa dos remédios que você toma hoje.
Ele mede a pressão deitado e em pé, testa a força, o equilíbrio, a marcha e a memória.
O exame de sangue e o ultrassom, quando o caso pede, são feitos na própria clínica.
Ele ajusta o que dá para ajustar, tira o que virou risco e marca o retorno para acompanhar.
Traga a sacola de remédios. Nesta consulta ela vale mais que qualquer exame.
É a consulta que olha o conjunto, e não um sintoma de cada vez. O geriatra revisa todos os remédios, avalia a memória, mede o equilíbrio e a marcha, procura o que aumenta o risco de queda e pede o exame de sangue que fecha o quadro. Sai dali um plano único, no lugar de cinco tratamentos que ninguém conversou entre si.
O exame de sangue, o ultrassom e os exames cardiológicos são feitos no mesmo endereço da consulta. Assim o idoso resolve tudo numa vinda só, sem correr de clínica em clínica.
Atendemos mais de 20 especialidades no mesmo endereço, todas a preço popular e sem precisar de plano de saúde.
Ainda tem dúvida, inclusive sobre o valor? Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp.
O clínico geral resolve a queixa da vez, em qualquer idade. O geriatra olha a pessoa idosa inteira, com a lista de remédios que se acumulou, o risco de queda, a memória, a força, o humor e como as doenças crônicas conversam entre si. Se são muitos remédios e muitos médicos, e ninguém olha o conjunto, é caso de geriatra.
A partir dos 60, e antes disso não faz sentido. Mas idade sozinha não é o critério, e o que leva ao geriatra é a soma de remédios, quedas, esquecimento, perda de peso ou vários especialistas sem ninguém coordenando. Um idoso de 75 anos que vive bem e toma um remédio só não precisa de geriatra.
Ele vai revisar todos e ajustar o que virou risco, o que não significa tirar tudo. Depois dos 60, remédio que era certo aos 50 pode passar a derrubar a pressão, confundir a cabeça e causar a queda. O geriatra tira o que sobra, ajusta a dose do que fica e explica cada mudança. Ninguém deve parar remédio por conta própria.
É a situação mais comum aqui. Marque a consulta e venha junto, porque muita gente aceita ir quando o motivo é revisar os remédios, e não ser avaliada da cabeça. Traga a sacola com todas as caixas e anote o que você observou (quedas, esquecimentos, o que ele parou de fazer). O que você viu em casa é a metade da consulta que o médico não enxerga.
Depende do que se esquece. Demorar para lembrar um nome acontece com todo mundo. Repetir a mesma pergunta, se perder num caminho conhecido, esquecer o fogão ligado e trocar o nome de quem convive é outra coisa, e pede avaliação. E boa parte das causas de confusão no idoso é tratável, como vitamina baixa, tireoide, remédio e até infecção urinária.
Quase nunca é do nada. Por trás da queda costuma estar o remédio que derruba a pressão ao levantar, a força de perna que se perdeu, a vista que piorou, o labirinto ou o tapete solto, e todos esses se tratam. O que não dá é deixar passar, porque depois da primeira queda o risco da próxima aumenta, e a fratura de fêmur muda a vida do idoso inteira.
Dá, e ele funciona como abatimento. A carteirinha derruba uma parte do valor e a diferença é paga na hora. São mais de 220 convênios e parceiros. Traga a carteirinha junto com a sacola dos remédios, porque as duas coisas mudam a consulta, uma muda o valor e a outra muda a conduta.
A recepção informa o valor pelo WhatsApp. A consulta de geriatria costuma ser mais longa que as outras, porque revisa a lista inteira de remédios e avalia memória, marcha e equilíbrio. Se o geriatra pedir sangue, o laboratório é aqui, e a recepção informa os valores na mesma conversa. É tudo particular, no preço popular, e o DoctorÁgape Cartão de benefícios derruba esses valores.
Cinco médicos, oito remédios e ninguém olhando o conjunto. O geriatra olha a pessoa inteira, e é isso que muda.
A DoctorÁgape fica na Av. Cel. Procópio Gomes, 480, Bucarein, Joinville. Atendemos de segunda a sexta, das 7h às 18h.Clínica em funcionamento desde 2016, sob responsabilidade técnica da Dra. Natiane K. S. Garcia (CRM/SC 19404). Conteúdo revisado em 14 de julho de 2026. Este texto tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.